Como o escolhido de Deus, Abraão prezava fazer a vontade dEle. Ao sentir que devia enviar um dos seus servos à sua parentela para tomar uma mulher para Isaque, seu filho, o patriarca escolheu o mais antigo, o qual operava como diretor executivo de sua casa. Porém, antes de mandá-lo a essa missão tão importante, ele o fez jurar que faria como lhe estava sendo dito. Quanto tempo Abraão deve ter orado até receber o sinal verde de Deus só o Senhor sabe.
O seu experimentado e temente servo raciocinou como o patriarca e foi no temor do Senhor. De Abraão e, agora, de Isaque estaria sendo formada uma família que abençoaria toda a humanidade. O patriarca não foi leviano ao dizer que o anjo de Deus iria adiante de seu servo e que tal jovem seria encontrada, mas falou pelo Espírito. Assim, devemos proceder em tudo, pois, sem o respeito às direções do Altíssimo, pecaremos por mentira ou precipitação.
A missão era muito especial, e somente quem andasse em Espírito poderia cumpri-la. O servo se pôs a caminho, sabendo que Deus seria com ele; caso contrário, não adiantaria seguir a pessoa com um cântaro à cabeça, pois não chegaria ao cenáculo preparado (Lc 22.10-12). Ele estaria desobrigado da incumbência, caso a mulher não quisesse segui-lo; então, o pecado seria dela. Nenhuma pecadora serve para a obra eterna que o Senhor está fazendo na Terra.
O servo deve trabalhar mais em favor de Deus do que dos próprios interesses. A pessoa que não presta atenção à Palavra do Senhor e ainda lhe acrescenta ou tira algo não terá o anjo à sua frente. Submissão completa é o que se espera do escolhido do Senhor, ou a obra será feita com vícios. Perde muito quem não crê no que o Pai fala. Quem preferir a comodidade da vida jamais se esforçará para cumprir um plano “louco”, coisa de um velho adiantado em anos (Gn 24.1).
Cada passo dado por aquele servo foi no temor a Deus. Sem dúvida, aquele evento fez um grande bem a ele. Ao chegar à cidade de Naor, ele orou (Gn 24.12-14) e, nem bem tinha acabado de falar, o Senhor já lhe havia respondido. A melhor oração é sobre o que ouvimos do Altíssimo. Ele havia concordado com quem tinha a unção, e a questão estava resolvida. O servo fiel anda nas obras que, de antemão, Deus prepara e é grandemente recompensado.
Ele não procurava uma mulher qualquer, mas a especial, preparada pelo Senhor (Gn 24.16). Tudo ocorreu como Abraão dissera. A sucessão dos eventos prova que do início, quando Abraão o fez jurar, até o momento do sim de Rebeca e o seu encontro com Isaque, a mão divina estava escrevendo tudo (Gn 24.1-67). Sempre deve ser assim!
Você já tem se preparado para se apresentar a Deus aprovado com obreiro, que maneja bem a Palavra da Verdade? Esse é o recado do Senhor para os servos que serão bem-aventurados (Mt 24.46). Se você fosse o escolhido para tarefa semelhante, a obra seria feita? Ore agora!
COM AMOR E PAZ!
O seu experimentado e temente servo raciocinou como o patriarca e foi no temor do Senhor. De Abraão e, agora, de Isaque estaria sendo formada uma família que abençoaria toda a humanidade. O patriarca não foi leviano ao dizer que o anjo de Deus iria adiante de seu servo e que tal jovem seria encontrada, mas falou pelo Espírito. Assim, devemos proceder em tudo, pois, sem o respeito às direções do Altíssimo, pecaremos por mentira ou precipitação.
A missão era muito especial, e somente quem andasse em Espírito poderia cumpri-la. O servo se pôs a caminho, sabendo que Deus seria com ele; caso contrário, não adiantaria seguir a pessoa com um cântaro à cabeça, pois não chegaria ao cenáculo preparado (Lc 22.10-12). Ele estaria desobrigado da incumbência, caso a mulher não quisesse segui-lo; então, o pecado seria dela. Nenhuma pecadora serve para a obra eterna que o Senhor está fazendo na Terra.
O servo deve trabalhar mais em favor de Deus do que dos próprios interesses. A pessoa que não presta atenção à Palavra do Senhor e ainda lhe acrescenta ou tira algo não terá o anjo à sua frente. Submissão completa é o que se espera do escolhido do Senhor, ou a obra será feita com vícios. Perde muito quem não crê no que o Pai fala. Quem preferir a comodidade da vida jamais se esforçará para cumprir um plano “louco”, coisa de um velho adiantado em anos (Gn 24.1).
Cada passo dado por aquele servo foi no temor a Deus. Sem dúvida, aquele evento fez um grande bem a ele. Ao chegar à cidade de Naor, ele orou (Gn 24.12-14) e, nem bem tinha acabado de falar, o Senhor já lhe havia respondido. A melhor oração é sobre o que ouvimos do Altíssimo. Ele havia concordado com quem tinha a unção, e a questão estava resolvida. O servo fiel anda nas obras que, de antemão, Deus prepara e é grandemente recompensado.
Ele não procurava uma mulher qualquer, mas a especial, preparada pelo Senhor (Gn 24.16). Tudo ocorreu como Abraão dissera. A sucessão dos eventos prova que do início, quando Abraão o fez jurar, até o momento do sim de Rebeca e o seu encontro com Isaque, a mão divina estava escrevendo tudo (Gn 24.1-67). Sempre deve ser assim!
Você já tem se preparado para se apresentar a Deus aprovado com obreiro, que maneja bem a Palavra da Verdade? Esse é o recado do Senhor para os servos que serão bem-aventurados (Mt 24.46). Se você fosse o escolhido para tarefa semelhante, a obra seria feita? Ore agora!
COM AMOR E PAZ!




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