Conseguir a unidade de fé e pensamento de toda a congregação é muito importante para haver paz entre os irmãos e para as operações de Deus. Onde há divergência, há falta de respeito às direções divinas, pois Cristo tem estabelecido na Sua casa as autoridades que Ele mesmo escolheu, preparou e ungiu, a fim de conduzir a Sua obra. No entanto, infelizmente, existem pessoas que se deixam levar pelos conselhos malignos. Misericórdia!
No início da Igreja, o fato de ter todos pensando e desejando fazer a vontade do Alto fez o Evangelho crescer rapidamente. Hoje, isso ainda é extremamente necessário, porque não há dois senhores nem dois Espíritos Santos, e sim uma unção e direção sobre a congregação. Não podemos dar atenção às tentativas satânicas, as quais procuram destruir a obra de Deus, por intermédio de quem se intitula servo do Senhor.
Quando Satanás consegue colocar um dos seus para perturbar uma igreja, os milagres rapidamente cessam, e os pecados surgem entre os salvos. Onde a liderança é fraca e não vive aos pés do Altíssimo, o inimigo aproveita para criar confusão, inventando questões sem procedência. Assim, todo o Corpo de Cristo sofre. Não se junte com quem promove divisão na casa do Pai, insinuando pecados na vida dos líderes, mas ore e peça o julgamento divino.
Os líderes espirituais deveriam sempre viver em consagração; assim, quando percebessem uma heresia alastrando-se entre os salvos, imediatamente, entrariam em oração, para que o Onipotente pusesse um fim naquilo. Se Moisés e Arão não tivessem clamado a tempo, a revolta de Corá, Datã e Abirão teria feito grande destruição na igreja no deserto. O Senhor interveio e agiu de uma forma que jamais haviam visto.
O Salmo 133 diz que é bom e suave ter os irmãos vivendo em união, sob a orientação divina, comparando esse fato com o óleo precioso que descia sobre a cabeça, a barba até as orlas das vestes de Arão, o primeiro sacerdote do povo de Deus. Tal óleo deve “escorrer” também sobre os atuais líderes da Igreja, a fim de que todos recebam a iluminação da Palavra e não deixe o maligno tomar a condução da obra.
É nessa união que Jesus ordena a bênção; porém, infelizmente, sempre há alguns que se insurgem contra aqueles que são chamados pelo Redentor. Esses indivíduos influenciam os bem-intencionados a abandonar a congregação, por não “quererem compactuar com pecado”, o qual, na verdade, só existe na língua mentirosa deles. Corá, Datã e Abirão estavam tão cegos no engano, que não se importaram de se rebelar contra o Criador.
A união no início da Igreja e o temor à direção do Onisciente fizeram a obra avançar, levando milhões à libertação. Vigie e ore para nunca cair no conto do diabo e conduzir alguns à perdição eterna. Aquele que causar escândalo na obra de Deus pagará um alto preço.
OBEDEÇA E RECEBA O AMOR E A PAZ!
No início da Igreja, o fato de ter todos pensando e desejando fazer a vontade do Alto fez o Evangelho crescer rapidamente. Hoje, isso ainda é extremamente necessário, porque não há dois senhores nem dois Espíritos Santos, e sim uma unção e direção sobre a congregação. Não podemos dar atenção às tentativas satânicas, as quais procuram destruir a obra de Deus, por intermédio de quem se intitula servo do Senhor.
Quando Satanás consegue colocar um dos seus para perturbar uma igreja, os milagres rapidamente cessam, e os pecados surgem entre os salvos. Onde a liderança é fraca e não vive aos pés do Altíssimo, o inimigo aproveita para criar confusão, inventando questões sem procedência. Assim, todo o Corpo de Cristo sofre. Não se junte com quem promove divisão na casa do Pai, insinuando pecados na vida dos líderes, mas ore e peça o julgamento divino.
Os líderes espirituais deveriam sempre viver em consagração; assim, quando percebessem uma heresia alastrando-se entre os salvos, imediatamente, entrariam em oração, para que o Onipotente pusesse um fim naquilo. Se Moisés e Arão não tivessem clamado a tempo, a revolta de Corá, Datã e Abirão teria feito grande destruição na igreja no deserto. O Senhor interveio e agiu de uma forma que jamais haviam visto.
O Salmo 133 diz que é bom e suave ter os irmãos vivendo em união, sob a orientação divina, comparando esse fato com o óleo precioso que descia sobre a cabeça, a barba até as orlas das vestes de Arão, o primeiro sacerdote do povo de Deus. Tal óleo deve “escorrer” também sobre os atuais líderes da Igreja, a fim de que todos recebam a iluminação da Palavra e não deixe o maligno tomar a condução da obra.
É nessa união que Jesus ordena a bênção; porém, infelizmente, sempre há alguns que se insurgem contra aqueles que são chamados pelo Redentor. Esses indivíduos influenciam os bem-intencionados a abandonar a congregação, por não “quererem compactuar com pecado”, o qual, na verdade, só existe na língua mentirosa deles. Corá, Datã e Abirão estavam tão cegos no engano, que não se importaram de se rebelar contra o Criador.
A união no início da Igreja e o temor à direção do Onisciente fizeram a obra avançar, levando milhões à libertação. Vigie e ore para nunca cair no conto do diabo e conduzir alguns à perdição eterna. Aquele que causar escândalo na obra de Deus pagará um alto preço.
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